A RELAÇÃO ENTRE VOAR E NADAR

“Fly me to the moon, let me play among the stars” (Leve-me até a lua e deixe-me brincar entre as estrelas). Cantando esses versos, já demonstrava Frank Sinatra a vontade que nós, seres humanos sempre tivemos de voar livres por aí. Pensando nisso, gostaríamos de fazer-lhe uma pergunta: você sabia que a natação é a atividade física que mais se assemelha ao ato de voar?

Você já deve ter percebido que é muito mais fácil carregar uma pessoa, por exemplo, dentro da água do que em terra firme, é como se ela ficasse mais leve. Mas como isso ocorre se a massa não muda, ou seja, continua a mesma tanto na água, quanto fora dela?

Esse fenômeno se dá graças ao empuxo da água, uma força que atua no sentido contrário ao da força da gravidade, de baixo para cima, reduzindo os esforços realizados quando estamos submersos. É essa junção entre gravidade e empuxo que determina se um objeto flutua ou afunda na água.

Voltando à natação, como une-se às forças do empuxo, conseguimos flutuar e nos exercitar sem ações de impacto, que podem provocar lesões, dores musculares, DMT (dor muscular tardia) ocasionada por exercícios muito pesados, entre outros malefícios. Além disso, devido à falta de impacto, é muito indicado para pessoas com problemas reumáticos e lesionadas, pois também auxilia na recuperação.

Outros aspectos que assemelham a natação com o voo é a sensação de relaxamento, paz, conforto e a alusão à regressão ao útero materno.

ASTRONAUTAS TREINAM NA ÁGUA

Uma curiosidade é que os astronautas, antes de ir para o espaço, fazem seus treinamentos submersos. Essas sessões treinamento servem para que eles se preparem com ambientes onde não há gravidade.

Nessa preparação, os astronautas levam uma vida agitada, onde precisam fazer um certo número de coisas em um tempo determinado, como na vida no espaço.

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