A Escola de Natação Amaral, que está prestes a completar 36 anos de história, é fruto de um sonho: ensinar pessoas de todas as idades a nadar, bem como promover…
Estudo aponta que praticar exercícios com regularidade é um grande aliado na guerra contra as noites mal dormidas.
Em meio aos inúmeros benefícios que os exercícios físicos podem trazer aos praticantes, em termos de longevidade e bem-estar, um deles é o combate à insônia, que está muito associada ao stress do dia-a-dia.
Contra as noites mal dormidas, a prática de exercícios físicos é sempre recomendada pelos especialistas. Entretanto, para que haja sucesso, esses exercícios devem ser realizados de forma regular, conforme a pesquisa de Kelly Glazer Baron, psicóloga clínica da Universidade Northwestern (Estados Unidos).

Em seus estudos, a psicóloga buscou pacientes sedentários para estudar seus hábitos de sono. Com o grupo de pacientes definido, selecionou, aleatoriamente, voluntários para praticarem exercícios físicos de resistência moderada, compostos de três sessões de 30 minutos por semana. Os testes foram realizados durante 16 semanas.
Ao final desse período, Baron percebeu que o grupo de voluntários que realizou os exercícios estavam dormindo melhor que aqueles que se mantiveram no sedentarismo.
Em média, ganharam uma hora a mais de sono por noite, e também relataram uma melhora na disposição ao longo do dia.
A pesquisadora se questionou se a melhora no padrão de sono dos voluntários iniciava imediatamente após o início da prática esportiva, mas quando analisou mais afundo os dados coletados, concluiu que não. A melhora se dava ao longo do tempo, com a continuidade dos exercícios.
Ao longo da pesquisa, Baron verificou que pessoas com insônia tem algumas alterações no padrão neurológico e que a prática de exercícios de forma inconstante pode causar um resultado indesejado e ampliar ainda mais o problema.
Portanto, no combate da insônia, regularidade nos exercícios é fundamental para quem busca dar um fim nesse mal e ter noites de sono mais tranquilas.
